Samba Atlântica
Os elementos apresentados nesta obra se complementam de forma colaborativa. Como suporte para a pintura, foi utilizada uma instalação que se apresenta de maneira espontânea e monumental. Ela convida o espectador a estabelecer diálogos entre cores, linhas, formas e a paisagem presente em seu entorno. O nome da obra está relacionado aos fragmentos e à forma como o artista exalta a natureza da Mata Atlântica, que atualmente passa por diversos processos de mudança, resultando em áreas cada vez mais reduzidas. Essa escolha serve como um sinal de alerta sobre temas de sustentabilidade e progresso. Inspirado e influenciado por Burle Marx, o artista estabelece novos ritmos e harmonia, como se estivesse compondo um samba-enredo que fala sobre vida, beleza e resistência.
Diogenes Moura
Diógenes Moura Severo Santos. Natural de Piracicaba, 37 anos. Artista Visual e professor graduado pela Faculdade de Administração e Arte de Limeira. Possui uma vasta experiência com artes visuais, tendo criado em 2012 a série nomeada 'Alienação', pintando e grafitando diversos locais e estabelecendo sua cena de livre expressão que se expande por sua cidade e região. Sua pesquisa aborda temas como fauna e flora locais, a identidade queer, o afrofuturismo e uma extensa investigação sobre a cultura afro-caipira.
